Sou corinthiano e isso nunca
mudará, mas sabíamos que esse ano não tínhamos condições de sermos campeões da
Copa São Paulo de Futebol Juniores. Com um elenco bom do meio para frente,
regular do meio para trás e um goleiro horrível não chegaríamos em nenhum
lugar.
Na primeira partida, contra o
XV de Piracicaba, duas falhas bizarras de nosso goleiro e empate em 2 a 2,
quando os jogadores do meio pra frente nos salvaram. Já no segundo jogo frente
ao Americano (MA) goleamos, porque como já dizia o ditado: “é fácil bater em
gato morto”.
A decisão foi para o jogo
contra o União São João e novamente os jogadores de frente levaram o time nas
costas, porque tomamos dois gols em infantilidades do setor defensivo.
Na fase de mata-mata jogamos
logo com o Bahia, que teve a melhor campanha na primeira fase, e a história não
podia ser outra, derrota e eliminação da competição. A equipe baiana começou
muito melhor do que a gente, tanto que Ryder cruzou no início da partida e
Matheus fez de cabeça, mas o assistente assinalou impedimento, corretamente.
Após o lance o Corinthians parece que acordou e tentou mostrar um bom futebol,
até criando diversas oportunidades para abrir o placar.
Ayrton aos 2 minutos chutou de
fora e a bola quase enganou o goleiro adversário, Léo chegou com perigo aos 15
minutos quando chutou e Renan desviou para escanteio. Aos 21 minutos o mesmo
Léo recebeu dentro da área e bateu cruzado, mas o zagueiro adversário tirou em
cima da linha.
O nosso volume na frente era
muito bom, mas quando o Bahia resolvia de assustar também chegava com perigo.
Aos 22 minutos Léo, novamente, driblou o zagueiro Maracás e chutou cruzado, mas
a bola foi caprichosa e bateu na trave. Mas aos 32 minutos Railan cruzou, e
Feijão subiu para marcar 1 a 0 pro time do Bahia.
Com o resultado favorável o
adversário ficou com “a bunda lá atrás” e foi segurando o resultado, e nem os
chutes de Ayrton, aos 35 minutos, e Zé Paulo, aos 40 minutos, puderam fazer com
que a igualdade acontecesse.
Na etapa complementar, o Bahia
percebeu que tínhamos que sair para o jogo e com isso explorou o nosso
contra-ataque. Aos 8 minutos Feijão quase ampliou em chute forte, mas Caíque
França fez boa defesa. Em seguida Raílan cruzou na área, mas a bola ficou fácil
pro nosso goleiro.
Aos 18 minutos respondemos com
Luís Guilherme que levou a bola no fundo e cruzou, então Jean Theodoro chutou
forte, a bola bateu no travessão e saiu. Precisando de pressionar ainda mais o
adversário o técnico Rodrigo Leitão colocou cinco atacantes em campo, mas as
bolas não chegavam até os mesmos e com isso a bola foi rolando, os jogadores se
cansando e o torcedor observando o Timão ser eliminado da competição.
Da derrota tiramos que alguns
jogadores devem ser aproveitados no time de cima, como por exemplo, Léo e Leandro
(que já foram chamados para treinar com os profissionais) e Paulinho. Agora o
restante ainda precisa de muito trabalho da base para ser um grande atleta, e
outros já podem pendurar a chuteira, pois, não suportam a pressão e tem a
técnica bem abaixo do esperado para um atleta profissional.
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