O Corinthians já estava há 15 jogos sem ganhar, 4 meses sem uma vitória. A torcida não aguentava mais tanta humilhação e gozação.
O sofrimento só foi acabar na noite de 24 de janeiro de 2001, e um jogo histórico. Vamos ver como foi.
Luizão abriu o placar, aos 13 minutos. Juan empata aos 30 e assim termina o primeiro tempo.
Começa a segunda etapa. Logo aos 2 minutos, Luizão faz novamente e deixa o Timão na frente. Mas 10 minutos depois, bobeada na zaga alvinegra e o Flamengo empata de novo. Haja coração!
Mas logo em seguida, Luizão, o herói da noite, faz mais um. Ricardinho amplia o placar após cruzamento de Luizão.
Só que o Flamengo não estava morto e faz mais um aos 33 minutos. Apreensão na Fiel. Só que ficou nisso: 4 a 3.
Ao fim do jogo, os jogadores do Corinthians se reuniam no meio de campo e comemoraram como se fosse um título, o fim daquela que foi a pior sequência de jogos da história do Timão.
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Corinthians x Santos SEMIFINAL - Campeonato Paulista de 2001
Paulistão 2001. 13 de maio. Dia das mães.
Corinthians e Santos entram em campo para o segundo jogo da semifinal.
O Santos precisava apenas de um empate para ir à final. Empate este que permaneceu até o final do primeiro tempo, graças a Dodô e Marcelinho, que desperdiçaram 1 pênalti cada, para Santos e Corinthians, respectivamente.
No segundo tempo, o Santos vem disposto a segurar o empate e o Corinthians a marca o gol que o levaria à final. Mas quem marcou primeiro foi o Santos, com Renato. Porém, 1 minuto depois, Marcelinho marca e deixa tudo igual. O tempo passa e o Timão não consegue marcar seu outro gol. Os torcedores santistas já comemoravam a classificação.
O jogo ia até os 48 minutos e o relógio marcava 47 minutos e meio. O Corinthians vem para seu último ataque. Gil desce pela lateral, passa pelo zagueiro santista com um belo drible e cruza para área. Marcelinho deixa a bola passar e Ricardinho, para desespero santista e alegria corintiana, marca o gol que levou o Corinthians para mais uma final de Campeonato Paulista. A torcida corintiana, que ainda permanecia no estádio, chorou. Chorou por ser testemunha de uma das viradas mais brilhante e emocionante da história do Timão.
Corinthians e Santos entram em campo para o segundo jogo da semifinal.
O Santos precisava apenas de um empate para ir à final. Empate este que permaneceu até o final do primeiro tempo, graças a Dodô e Marcelinho, que desperdiçaram 1 pênalti cada, para Santos e Corinthians, respectivamente.
No segundo tempo, o Santos vem disposto a segurar o empate e o Corinthians a marca o gol que o levaria à final. Mas quem marcou primeiro foi o Santos, com Renato. Porém, 1 minuto depois, Marcelinho marca e deixa tudo igual. O tempo passa e o Timão não consegue marcar seu outro gol. Os torcedores santistas já comemoravam a classificação.
O jogo ia até os 48 minutos e o relógio marcava 47 minutos e meio. O Corinthians vem para seu último ataque. Gil desce pela lateral, passa pelo zagueiro santista com um belo drible e cruza para área. Marcelinho deixa a bola passar e Ricardinho, para desespero santista e alegria corintiana, marca o gol que levou o Corinthians para mais uma final de Campeonato Paulista. A torcida corintiana, que ainda permanecia no estádio, chorou. Chorou por ser testemunha de uma das viradas mais brilhante e emocionante da história do Timão.
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Corinthians x São Paulo FINAL- Campeonato Brasileiro de 1990
O Corinthians entrou em campo no dia 6 de dezembro para se sagrar Campeão Brasileiro pela primeira vez em sua história.
O time jogava pelo empate, pois vecera o jogo anterior. Mas com um time muito equilibrado, conseguiu ganhar outra vez do tricolor, com um gol (chorado) de Tupãzinho, aos 9 minutos do 2° tempo.
O São Paulo pressiona, mas não consegue marcar. Final no Morunbi: 1 a 0 Timão. Corinthians não era mais um time regional. Com muita raça e mesmo sem muitas estrelas, aquela equipe havia entrado para a história alvinegra.
Tupãzinho, autor do gol salvador, dá o seu depoimento:
“Foi uma decisão emocionante. A adrenalina estava a mil. O São Paulo era favorito, mas conseguimos ganhar devido à força do conjunto. Não tínhamos estrelas, mas a equipe estava entrosada, determinada. Nos classificamos mal, mas depois o time subiu de produção e cresceu até as finais. No jogo, o São Paulo partiu para cima, mas faltando 10 minutos para acabar o primeiro tempo, começamos a melhorar. No segundo tempo, fiz o gol aos 8 minutos. Na hora, eu queria só a vitória, não tinha ainda a noção do título. Só depois é que me dei conta. Foi um dos jogos mais importantes da minha vida.”
O time jogava pelo empate, pois vecera o jogo anterior. Mas com um time muito equilibrado, conseguiu ganhar outra vez do tricolor, com um gol (chorado) de Tupãzinho, aos 9 minutos do 2° tempo.
O São Paulo pressiona, mas não consegue marcar. Final no Morunbi: 1 a 0 Timão. Corinthians não era mais um time regional. Com muita raça e mesmo sem muitas estrelas, aquela equipe havia entrado para a história alvinegra.
Tupãzinho, autor do gol salvador, dá o seu depoimento:
“Foi uma decisão emocionante. A adrenalina estava a mil. O São Paulo era favorito, mas conseguimos ganhar devido à força do conjunto. Não tínhamos estrelas, mas a equipe estava entrosada, determinada. Nos classificamos mal, mas depois o time subiu de produção e cresceu até as finais. No jogo, o São Paulo partiu para cima, mas faltando 10 minutos para acabar o primeiro tempo, começamos a melhorar. No segundo tempo, fiz o gol aos 8 minutos. Na hora, eu queria só a vitória, não tinha ainda a noção do título. Só depois é que me dei conta. Foi um dos jogos mais importantes da minha vida.”
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Jogos Históricos
Corinthians x Fluminense - A Invasão Corintiana - Campeonato BR 1976

Eles chegavam de carro, ônibus, avião e até de bicicleta. Calcula-se que, para isso, foram consumidos mais de 2 mihôes de litros de gasolina.
A torcida corintiana lotou o MaracanãNo tempo normal, Carlos Alberto Pintinho marcou aos 19 minutos de primeiro tempo. Logo depois, aos 29, Ruço empata para o Timão.
E ficou nisso, ou melhor, viria os pênaltis. O Corinthians teve que se desdobrar para superar, nos pênaltis, o forte Fluminense de Rivelino, depois do empate em 1 a 1 no tempo regulamentar. Mas conseguiu: 4 a 1 nos pênaltis! A euforia tomou conta dos corintianos.
A festa só não foi maior porque o time perdeu a final para o Inter uma semana depois, ao perder por 1 a 0. Ainda não fora daquela vez.
Debaixo de muita chuva, o Timão conseguiu eliminaro Fluminense de Rivelino, um feito histórico
VÍDEOS DO JOGO:
Matéria - Esporte espetacular
Presenças: Rivelino (FLU), Zé Maria (COR).
Entrada em campo, na voz de: OSMAR SANTOS
Entrada em campo, na voz de: OSMAR SANTOS
PARTE 1
PARTE 2
PARTE 3
PARTE 2
PARTE 3
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Jogos Históricos
Corinthians x Palmeiras - Campeonato Paulista de 1971
Esse, sem dúvida alguma, foi um dos jogos mais emocionantes da história, não só do Corinthians, mas do futebol brasileiro.
25 de abril de 1971. O Corinthians vinha mal no Campeonato Paulista e iria enfrentar o Palmeiras de Leão, Luís Pereira, Dudu, Ademir da Guia, etc. A torcida, no fundo, sabia que a vitória era muito difícil, mas foi ao Morumbi. Mal sabia o que os esperavam.
Aos 27 segundos de jogo, O Palmeiras abre o placar. Antes da metade do primeiro tempó, já estava 2 a 0. Estava difícil, a goleada tomava forma, e assim, termina o primeiro tempo.
No segundo tempo, o Corinthians volta disposto a acabar com a festa verde. E consegue. Aos 5 minutos, Mirandinha marca para o Timão. Adãozinho empata aos 24. Delírio da fiel.
Festa alvinegra!! O Corinthians mostra por que é o time da virada, da raça, da garra, da determinação!!
25 de abril de 1971. O Corinthians vinha mal no Campeonato Paulista e iria enfrentar o Palmeiras de Leão, Luís Pereira, Dudu, Ademir da Guia, etc. A torcida, no fundo, sabia que a vitória era muito difícil, mas foi ao Morumbi. Mal sabia o que os esperavam.
Aos 27 segundos de jogo, O Palmeiras abre o placar. Antes da metade do primeiro tempó, já estava 2 a 0. Estava difícil, a goleada tomava forma, e assim, termina o primeiro tempo.
No segundo tempo, o Corinthians volta disposto a acabar com a festa verde. E consegue. Aos 5 minutos, Mirandinha marca para o Timão. Adãozinho empata aos 24. Delírio da fiel.
Mas, de repente, festa verde: Leivinha marca, um minuto depois. Na sáida de bola, Tião driblou meio time do Palmeiras e empata novamente. Agora, festa alvinegra.
O jogo fica dramático e os dois times vão pra cima, ambos querendo a vitória. E aos 43 minutos, O herói Mirandinha marca, decretando a vitória corintiana.Festa alvinegra!! O Corinthians mostra por que é o time da virada, da raça, da garra, da determinação!!
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Corinthians x Santos A Quebra do Tabu (1968)
o dia 6 de março, o Pacaembu foi palco de uma das partidas mais emocionantes da história do clube.
Até aquela data, o Corinthians já estava 11 anos e 22 partidas sem ganhar do Santos. Um tabu que vinha desde os 3 a 3 em 1957, quando o Timão conquistou a Taça dos Invictos e jogou pela primeira vez contra o Rei Pelé.
Contando com os novos reforços Paulo Borges, Bulão e Eduardo, além do técnico Lula, o Corinthians entrou em campo determinado e pronto para passar pelo difícil, até então imbatível, Santos de Pelé. No primeiro tempo, o jogo terminou empatado. O grande destaque foi o zagueiro Luis Carlos, que fez uma marcação implacável no Rei.
No segundo tempo, o Corinthians começa pressionando e Rivelino chuta uma bola na trave. Logo depois, aos 13 minutos, Paulo Borges faz 1 a 0, após uma tabela com Flávio. Melhor em campo, o Timão segue firme em busca do objetivo. Aos 31 minutos, Rivelino lança Flávio, que aproveita a chance e aumenta: 2 a 0. Depois disso, o time só esperou o juiz encerrar para poder comemorar. Fim do tabu.
A torcida invadiu o campo e carregou os heróis como se eles tivessem conquistado um título, gritando e cantando: "Com Pelé, Com Edu, nós quebramos o tabu".
Veja o depoimento de Paulo Borges sobre a partida: “ Foi a melhor partida da minha vida. O Pacaembu estava lotado e todos esperavam pelo fim do tabu de 11 anos. Jogamos muito bem e passamos com sufoco. No segundo tempo, fiz 1 a 0 com um belo chute pela esquerda. Depois, o Flávio aumentou. Eles puseram duas bolas na trave e nos pressionaram muito, mas conseguimos. Nossa festa foi até de manhã e eu fiquei vendo o teipe do jogo lá no Parque.”
Até aquela data, o Corinthians já estava 11 anos e 22 partidas sem ganhar do Santos. Um tabu que vinha desde os 3 a 3 em 1957, quando o Timão conquistou a Taça dos Invictos e jogou pela primeira vez contra o Rei Pelé.
Contando com os novos reforços Paulo Borges, Bulão e Eduardo, além do técnico Lula, o Corinthians entrou em campo determinado e pronto para passar pelo difícil, até então imbatível, Santos de Pelé. No primeiro tempo, o jogo terminou empatado. O grande destaque foi o zagueiro Luis Carlos, que fez uma marcação implacável no Rei.
No segundo tempo, o Corinthians começa pressionando e Rivelino chuta uma bola na trave. Logo depois, aos 13 minutos, Paulo Borges faz 1 a 0, após uma tabela com Flávio. Melhor em campo, o Timão segue firme em busca do objetivo. Aos 31 minutos, Rivelino lança Flávio, que aproveita a chance e aumenta: 2 a 0. Depois disso, o time só esperou o juiz encerrar para poder comemorar. Fim do tabu.
A torcida invadiu o campo e carregou os heróis como se eles tivessem conquistado um título, gritando e cantando: "Com Pelé, Com Edu, nós quebramos o tabu".
Veja o depoimento de Paulo Borges sobre a partida: “ Foi a melhor partida da minha vida. O Pacaembu estava lotado e todos esperavam pelo fim do tabu de 11 anos. Jogamos muito bem e passamos com sufoco. No segundo tempo, fiz 1 a 0 com um belo chute pela esquerda. Depois, o Flávio aumentou. Eles puseram duas bolas na trave e nos pressionaram muito, mas conseguimos. Nossa festa foi até de manhã e eu fiquei vendo o teipe do jogo lá no Parque.”
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Jogos Históricos
Corinthians x Palmeiras - Campeonato Paulista de 1954
1954 era o ano dp IV Centenário de São Paulo. Por esse motivo, todos queriam ganhar o Campenato Paulista daquele ano.
Assim, no dia 6 de fevereiro de 1955, Corinthians e Palmeiras no Pacaembu para decidir quem será o campeão do centenário. Desde cedo, o movimento na cidade era grande, pois todos queriam acompanhar a grande final.
Para o Corinthians, campeão do Centenário da Independência em 1922, bastava o empate para assegurar o título. Ao Palmeiras, só a vitória interessava. E esse título, assim como o de 1922, valeria por 100 anos.
Com isso, o presidente palmerense, Byron Giuliano, mandou o time entrar em campo com camisas azuis ao invés de verde para tentar a sonhada vitória. Não adiantou.
Deu dó ver o Palmeiras entrar em campo sem a camisa verde _ disse o ex-palmerense Osvaldo Brandão.
Aos 9 minutos, o Corinthians saiu na frente. Após um cruzamento, assim narrado pelo locutor Pedro Luiz para a rádio Panamericana: "Vai ser executado o arremesso por Cláudio. Movimentou o coro. Deu a Rafael. Rafael atrasando para o ponteiro. Pode centrar até com perigo. Ergueu para a boca do gol. Fechou todo mundo. Cabeceou...Gooooooool! Gol de Luizinho para o Corinthians, fazendo delirar a torcida corintiana que se movimenta em massa nas dependências do Estádio Municipal do Pacaembu. Um para o Corinthians, zero para o Palmeiras".
A partir daí, o Timão armou uma retranca e o goleiro Gilmar foi quem garantiu o resultado. Mas no segundo tempo, o Palmeiras consegue o empate, aos 6 minutos, através de Nei.
O jogo fica dramático até o juiz uruguaio Esteban Marino apitar o final. Festa alvinegra no Pacaembu. o Corinthians era Campeão do Centenário. A torcida invadiu o campo.
Veja o depoimento de Gilmar sobre o jogo: “Seria uma decisão como outra qualquer, mas com a diferença de que essa valia o título do Centenário de São Paulo. O Corinthians tinha a vantagem do empate, mas encontrou um adversário difícil. O jogo foi duro e bastante disputado. Logo no início fizemos 1 a 0. Depois, o Palmeiras reagiu e empatou. A partir daí, seguramos o resultado e fomos campeões. Todos queriam esse título, pois quem ganhasse ficaria com a glória para os cem anos seguintes.”
Observe ao fundo a concha acústica, hoje substituída pelo tobogã.
O gol do Corinthians contra o Palmeiras, na final, e a comemoração.
Assim, no dia 6 de fevereiro de 1955, Corinthians e Palmeiras no Pacaembu para decidir quem será o campeão do centenário. Desde cedo, o movimento na cidade era grande, pois todos queriam acompanhar a grande final.
Para o Corinthians, campeão do Centenário da Independência em 1922, bastava o empate para assegurar o título. Ao Palmeiras, só a vitória interessava. E esse título, assim como o de 1922, valeria por 100 anos.
Com isso, o presidente palmerense, Byron Giuliano, mandou o time entrar em campo com camisas azuis ao invés de verde para tentar a sonhada vitória. Não adiantou.
Deu dó ver o Palmeiras entrar em campo sem a camisa verde _ disse o ex-palmerense Osvaldo Brandão.
Aos 9 minutos, o Corinthians saiu na frente. Após um cruzamento, assim narrado pelo locutor Pedro Luiz para a rádio Panamericana: "Vai ser executado o arremesso por Cláudio. Movimentou o coro. Deu a Rafael. Rafael atrasando para o ponteiro. Pode centrar até com perigo. Ergueu para a boca do gol. Fechou todo mundo. Cabeceou...Gooooooool! Gol de Luizinho para o Corinthians, fazendo delirar a torcida corintiana que se movimenta em massa nas dependências do Estádio Municipal do Pacaembu. Um para o Corinthians, zero para o Palmeiras".
A partir daí, o Timão armou uma retranca e o goleiro Gilmar foi quem garantiu o resultado. Mas no segundo tempo, o Palmeiras consegue o empate, aos 6 minutos, através de Nei.
O jogo fica dramático até o juiz uruguaio Esteban Marino apitar o final. Festa alvinegra no Pacaembu. o Corinthians era Campeão do Centenário. A torcida invadiu o campo.
Veja o depoimento de Gilmar sobre o jogo: “Seria uma decisão como outra qualquer, mas com a diferença de que essa valia o título do Centenário de São Paulo. O Corinthians tinha a vantagem do empate, mas encontrou um adversário difícil. O jogo foi duro e bastante disputado. Logo no início fizemos 1 a 0. Depois, o Palmeiras reagiu e empatou. A partir daí, seguramos o resultado e fomos campeões. Todos queriam esse título, pois quem ganhasse ficaria com a glória para os cem anos seguintes.”
Observe ao fundo a concha acústica, hoje substituída pelo tobogã.
O gol do Corinthians contra o Palmeiras, na final, e a comemoração.
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Corinthians 7 x 1 Santos - Campeonato Brasileiro de 2005
FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 7 X 1 SANTOS
CORINTHIANS 7 X 1 SANTOS
Data/Hora: 06/11/2005 (Domingo), às 16h00
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Público e renda: 21.918 pagantes e R$ 323.254,00
Cartões amarelos: Rosinei (C), Kléber (S), Bruno Octávio (C), Wendell (S), Carlos Alberto (C)
Cartões vermelhos: Rogério (S)
Arbitragem:
¥: Evandro Rogério Roman (PR)
►1: Roberto Braatz (Fifa-PR)
►2: Rogério Carlos Rolim (PR)
CORINTHIANS
Fábio Costa, Eduardo, Wendel, Marinho; Hugo, Marcelo Mattos, Bruno Octávio (Wescléy), Rosinei (Dinélson), Carlos Alberto, Tevez (Jô), Nilmar
Técnico: Antônio Lopes.
SANTOS
Saulo, Paulo César, Halisson (Wendell), Rodério, Kléber; Fabinho (Mateus), Heleno, Ricardinho, Giovani; Geilson, Luizão (Basílio)
Técnico: Nelsinho Batista.
Começo de novembro, reta final do Campeonato Brasileiro 2005. Na ocasião, o Corinthians era líder, com uma vantagem de seis pontos para o Internacional, segundo colocado. Apesar disso, o Timão vinha de dois resultados ruins. Um empate diante do Vasco em casa, e uma derrota para o Cruzeiro fora.
Faltando seis rodadas para terminar o Campeonato, um clássico contra o Santos, diante da Fiel, era o cenário perfeito para o Timão se recuperar e embalar rumo ao título. O jogo era ainda mais esperado e prometia ser quente. Isso porque o confronto anterior contra o Santos, no jogo remarcado, a torcida invadiu o campo da Vila Belmiro e a confusão foi grande.
Mas aquilo era passado e o que interessava para o Corinthians era apenas uma coisa: Uma vitória para manter ou aumentar a vantagem de seis pontos para o vice-líder. E não apenas venceu, como fez um jogo espetacular, histórico. Que fez a torcida gritar pela primeira vez "É CAMPEÃO".
O massacre começou antes mesmo que o primeiro minuto de jogo se completasse. Após vacilo do zagueiro Halisson, Rosinei roubou a bola e soltou para Carlitos Tevez. O argentino cruzou rasteiro, de primeira, para o próprio Rosinei, que mandou de esquerda e abriu o placar: 1 a 0 para o Timão.
O Santos esboçou uma reação aos 8min. No escanteio cobrado por Ricardinho, Geílson fez de cabeça. Um minuto depois, em grande jogada de Nilmar, por pouco o Timão não ficou novamente na frente. Nilmar recebeu na grande área e girou com rapidez, e de perna esquerda mandou na trave.
Porém, o desempate veio 10 minutos depois. Em mais uma falha do Santos, a bola caiu nos pés do Rosinei. Foi a vez do meia retribuir o passe que o Tevez deu no primeiro gol. O camisa 10 dominou dentro da área e chutou de pé direito para marcar.
Após o segundo gol do Coringão, o Santos ainda chegou com perigo duas vezes. Fábio Costa salvou na primeira chance, e na segunda, Geílson cabeceou com perigo, mas foi para fora. Apesar dos dois lances de perigo, quem fez mais um gol foi o Timão. Eduardo Ratinho cruzou da direita para o Tevez, que dominou e girou rápido, de esquerda, 'matando' o goleiro Saulo: 3 a 1.
Logo no início do segundo tempo o Santos viu que teria sérios problemas. Logo aos 2min, Nilmar roubou a bola da zaga santista e na frente do goleiro Saulo, o atacante corintiano chutou firme, mas o goleiro santista fez grande defesa. Em seguida, Tevez partiu com a bola e foi derrubado pelo zagueiro Rogério, que já tinha cartão amarelo e acabou expulso.
Com a expulsão, o Corinthians cresceu ainda mais na partida. Logo aos 8min, Carlos Alberto fez jogada individual pela direita e tocou rasteiro para Tevez na meia-lua. O camisa 10 tabelou com Nilmar, recebeu dentro da área e tocou na saída de Saulo para fazer seu terceiro gol no jogo.
A vantagem do Corinthians, que já era confortável, ficou ainda mais elástica aos 12min. Carlos Alberto chutou de fora da área, e Saulo não conseguiu segurar. A bola sobrou para Nilmar, que apenas desviou de primeira para as redes. Foi o primeiro gol do rápido atacante no Pacaembu.
Mesmo em ritmo extremamente lento, porém, o time da casa conseguiu o sexto gol aos 32min. Jô, que havia acabado de entrar, cruzou da esquerda. Nilmar se antecipou a Saulo e tocou de cabeça.
A goleada parecia definida, mas o Corinthians teve tempo para marcar mais um aos 45min. Marcelo Mattos bateu forte, a bola ainda bateu na trave esquerda do goleiro Saulo e entrou. Goleada histórica no Pacaembu: 7 a 1.
Melhores Momentos (Rede Globo)
Matéria do Programa Globo Esporte
Gols na narração de José Silvério
Matéria do Programa Globo Esporte
Gols na narração de José Silvério
Créditos: Comunidade CORINTHIANS - O PODEROSO TIMÃO
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Jogos Históricos
São Paulo x Corinthians - Semifinal - Campeonato Brasileiro de 99
FICHA TÉCNICA
Campeonato Brasileiro Série A – 1999
Semi Final : Primeiro Jogo do Play Off
SÃO PAULO 2X3 CORINTHIANS
Data: 28/11/99 - Domingo
Local: Estádio do Morumbi
Público: 46.396 Pessoas
Cidade: São Paulo – SP
Arbitragem:
¶: Edilson Pereira de Carvalho
►1: Valter José dos Reis
►2: Francisco Rubens Feitosa
SÃO PAULO
Rogério Ceni, Nen (Calos Miguel), Paulão, Wilson; Marcelihno Paraíba, Raí, Fabiano (Jacques), Edmílson, França (Souza); Jorginho, Fábio Aurélio
CORINTHIANS
Dida (Maurício), Índio, Nenê, Márcio Costa, Kléber; Vampeta, Ricardinho (Edu), Rincón, Marcelinho Carioca, Edílson, Luizão (Dinei)
Um Clássico para a História do Futebol!
O ano era o de 1999 o Corinthians brigava pelo Tri Campeonato Brasileiro, liderou a competição desde o inicio e nas Semi Finais o adversário era o São Paulo de Raí, que um ano antes tirou o Título Paulista do Timão.
No Campeonato Brasileiro de 99 a fase final foi disputada em Play OFFs de três partidas e o primeiro confronto do Majestoso foi na tarde de 28/11 no Morumbi.
Um jogo eletrizante com muitos gols e momentos de muita emoção, o Timão abriu o placar aos 23’ do primeiro tempo, depois de cobrança de falta de Ricardinho, a bola foi rebatida dentro da área e sobrou para o zagueiro Nenê desequilibrado empurrar para as redes de Rogério Ceni, SÃO PAULO 0X1 CORINTHIANS.
O São Paulo chegou ao empate aos 30’ do primeiro tempo em um contra ataque fulminante, Marcelinho errou um cruzamento e Edmilson Fez excelente lançamento para Marcelinho Paraíba que tocou para Raí marcar de fora da área, SÃO PAULO 1X1 CORINTHIANS em jogo equilibrado.
A Defesa do Timão marcando implacavelmente o jogador Raí
Ricardinho comemora segundo gol do Corinthians no Morumbi.
Campeonato Brasileiro Série A – 1999
Semi Final : Primeiro Jogo do Play Off
SÃO PAULO 2X3 CORINTHIANS
Data: 28/11/99 - Domingo
Local: Estádio do Morumbi
Público: 46.396 Pessoas
Cidade: São Paulo – SP
Arbitragem:
¶: Edilson Pereira de Carvalho

►1: Valter José dos Reis
►2: Francisco Rubens Feitosa
SÃO PAULO
Rogério Ceni, Nen (Calos Miguel), Paulão, Wilson; Marcelihno Paraíba, Raí, Fabiano (Jacques), Edmílson, França (Souza); Jorginho, Fábio Aurélio
CORINTHIANS
Dida (Maurício), Índio, Nenê, Márcio Costa, Kléber; Vampeta, Ricardinho (Edu), Rincón, Marcelinho Carioca, Edílson, Luizão (Dinei)
Um Clássico para a História do Futebol!
O ano era o de 1999 o Corinthians brigava pelo Tri Campeonato Brasileiro, liderou a competição desde o inicio e nas Semi Finais o adversário era o São Paulo de Raí, que um ano antes tirou o Título Paulista do Timão.
No Campeonato Brasileiro de 99 a fase final foi disputada em Play OFFs de três partidas e o primeiro confronto do Majestoso foi na tarde de 28/11 no Morumbi.
Um jogo eletrizante com muitos gols e momentos de muita emoção, o Timão abriu o placar aos 23’ do primeiro tempo, depois de cobrança de falta de Ricardinho, a bola foi rebatida dentro da área e sobrou para o zagueiro Nenê desequilibrado empurrar para as redes de Rogério Ceni, SÃO PAULO 0X1 CORINTHIANS.
O São Paulo chegou ao empate aos 30’ do primeiro tempo em um contra ataque fulminante, Marcelinho errou um cruzamento e Edmilson Fez excelente lançamento para Marcelinho Paraíba que tocou para Raí marcar de fora da área, SÃO PAULO 1X1 CORINTHIANS em jogo equilibrado.
A Defesa do Timão marcando implacavelmente o jogador RaíNão deu tempo para o Tricolor comemorar
O São Paulo ainda comemorava o gol de empate no Morumbi quando o Timão também surpreendeu em rápido contra ataque, Marcelinho fez lançamento longo para Ricardinho, que dominou e invadiu a área chutando na saída de Rogério Ceni, SÃO PAULO 1X2 CORINTHIANS para nova explosão de felicidade da Fiel.
Ricardinho comemora segundo gol do Corinthians no Morumbi.O São Paulo não se entregou e chegou novamente ao empate aos 40 do primeiro tempo depois de cobrança de falta de Jorginho pela direita, Edmilson subiu sozinho para cabecear contra as redes de Dida, SÃO PAULO 2X2 CORINTHIANS em Clássico eletrizante.
Em um jogo disputadíssimo no meio de campo as duas equipes proporcionavam aos torcedores um grande espetáculo, com grandes craques e muita disposição em campo, se de um lado o São Paulo tinha Raí, Edmilson e França do outro lado o Timão tinha Marcelinho, Ricardinho, Edilson Luizão e companhia.
Luizão tentando se desvencilhar da defesa do São Paulo
Aos 17’ minutos da etapa final um lance polêmico, Fabiano foi lançado, invadiu a área, e no cruzamento a bola tocou no Braço do zagueiro Nenê do Corinthians, que tentava marcar o jogador do São Paulo, não houve intenção de interceptar a bola, mas o Árbitro Edilson Pereira de Carvalho
marcou a penalidade.
Raí que já havia marcado um golaço de fora da área foi o encarregado da cobrança, porém embaixo da trave do Corinthians estava Dida, O PEGADOR DE PENALTYS e não deu outra, Raí bateu no canto esquerdo do Arqueiro do Corinthians que voou para defender, mantendo a vantagem do Timão no marcador e fazendo a Fiel explodir mais uma vez de Felicidade no Morumbi.
Dida, A Muralha do Timão comemora defesa de penalty cobrado por Raí.
Narração: Cleber Machado – Rede Globo
Comentários: José Roberto Wright e Casagrande.
Narração:Luciano do Valle –Band.
Comentários:Rivelino
Melhores Momentos do Jogo Parte 2.
Narração:Luciano do Valle – Band.
Comentários:Rivelino
Em um jogo disputadíssimo no meio de campo as duas equipes proporcionavam aos torcedores um grande espetáculo, com grandes craques e muita disposição em campo, se de um lado o São Paulo tinha Raí, Edmilson e França do outro lado o Timão tinha Marcelinho, Ricardinho, Edilson Luizão e companhia.
Luizão tentando se desvencilhar da defesa do São PauloSegundo tempo começa fervendo no Morumbi...
O Segundo tempo não houve tantos gols, mas nem por isso faltou emoção, o Timão botou fogo no clássico logo aos 8’ minutos da etapa final, Kleber lançou o Capetinha Edilson que aplicou um drible no zagueiro Wilson e foi derrubado dentro da área, penalty que Marcelinho Carioca converteu fazendo SÃO PAULO 2X3 CORINTHIANS. para nova explosão de alegria da Fiel Torcida.Aos 17’ minutos da etapa final um lance polêmico, Fabiano foi lançado, invadiu a área, e no cruzamento a bola tocou no Braço do zagueiro Nenê do Corinthians, que tentava marcar o jogador do São Paulo, não houve intenção de interceptar a bola, mas o Árbitro Edilson Pereira de Carvalho
marcou a penalidade.Raí que já havia marcado um golaço de fora da área foi o encarregado da cobrança, porém embaixo da trave do Corinthians estava Dida, O PEGADOR DE PENALTYS e não deu outra, Raí bateu no canto esquerdo do Arqueiro do Corinthians que voou para defender, mantendo a vantagem do Timão no marcador e fazendo a Fiel explodir mais uma vez de Felicidade no Morumbi.
Dida, A Muralha do Timão comemora defesa de penalty cobrado por Raí.Narração: Cleber Machado – Rede Globo
Comentários: José Roberto Wright e Casagrande.
Vale a Pena Ver de Novo...Dá-lhe Timão
Melhores Momentos do Jogo Parte 1.Narração:Luciano do Valle –Band.
Comentários:Rivelino
Melhores Momentos do Jogo Parte 2.
Narração:Luciano do Valle – Band.
Comentários:Rivelino
Corinthians e São Paulo voltaram a se enfrentar uma semana depois no segundo jogo do Play Off, mais uma vez a força e a tradição do Timão falou mais alto e vencemos pelo placar de 2x1 com gols de Ricardinho e Edilson para o Timão e Vagner descontando para o São Paulo que acabou eliminado sem a necessidade do terceiro jogo do Play Off.
Na Final o Corinthians enfrentou o Atlético Mineiro e após três jogos, 2x3, 2x0 se sagrou TRI CAMPEÃO BRASILEIRO ao empatar a partida final em 0x0 no Morumbi.
Créditos: Comunidade CORINTHIANS - O PODEROSO TIMÃO
Na Final o Corinthians enfrentou o Atlético Mineiro e após três jogos, 2x3, 2x0 se sagrou TRI CAMPEÃO BRASILEIRO ao empatar a partida final em 0x0 no Morumbi.
Créditos: Comunidade CORINTHIANS - O PODEROSO TIMÃO
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Corinthians (4) 0 x 0 (3) Vasco - Mundial Interclubes - FIFA 2000
FICHA TÉCNICA
Data/Hora: 14/01/2000 (Sexta-feira), às 21h15
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro
Público: 73.000 pagantes
Cartões amarelos: Freddy Rincón, Adílson, Índio e Luizão (Corinthains); Felipe, Amaral, Paulo Miranda e Edmundo (Vasco).
Arbitro: Dick Jol (HOL)
Penalidades gols:
Corinthians: Freddy Rincón, Fernando Baiano, Luizão e Edu; Marcelinho Carioca desperdiçou.
Vasco: Romário, Alex Oliveira e Viola; Gilberto e Edmundo desperdiçaram.
CORINTHIANS
Dida, Índio, Adilson, Fábio Luciano, Kléber; Vampeta (Gilmar), Rincón, Marcelinho, Ricardinho(Edu), Edilson(Fábio Baiano), Luizão
Técnico: Oswaldo de Oliveira
VASCO
Helton, Paulo Miranda, Odva, Mauro Galvão, Gilberto; Amaral, Felipe (Alex Oliveira), Ramon (Donizete), Juninho (Viola); Romário, Edmundo.
Na grande final, o adversário era o Vasco de Romário, Edmundo, Juninho Pernambucano, Ramón, etc, que havia sido o primeiro colocado num grupo que tinha o Manchester United como principal adversário.
A Fiel comparece em peso ao Maracanã
Data/Hora: 14/01/2000 (Sexta-feira), às 21h15
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro
Público: 73.000 pagantes
Cartões amarelos: Freddy Rincón, Adílson, Índio e Luizão (Corinthains); Felipe, Amaral, Paulo Miranda e Edmundo (Vasco).
Arbitro: Dick Jol (HOL)
Penalidades gols:
Corinthians: Freddy Rincón, Fernando Baiano, Luizão e Edu; Marcelinho Carioca desperdiçou.
Vasco: Romário, Alex Oliveira e Viola; Gilberto e Edmundo desperdiçaram.
CORINTHIANS
Dida, Índio, Adilson, Fábio Luciano, Kléber; Vampeta (Gilmar), Rincón, Marcelinho, Ricardinho(Edu), Edilson(Fábio Baiano), Luizão
Técnico: Oswaldo de Oliveira
VASCO
Helton, Paulo Miranda, Odva, Mauro Galvão, Gilberto; Amaral, Felipe (Alex Oliveira), Ramon (Donizete), Juninho (Viola); Romário, Edmundo.
Na grande final, o adversário era o Vasco de Romário, Edmundo, Juninho Pernambucano, Ramón, etc, que havia sido o primeiro colocado num grupo que tinha o Manchester United como principal adversário.
A Fiel comparece em peso ao MaracanãO Vasco começou melhor e quase abriu o placar no primeiro minuto. Em cobrança de escanteio, Rincón cabeceou para trás e a bola passou pertinho de Romário, que estava encostado na trave esquerda de Dida. Aos 4 minutos foi a vez do Corinthians assustar pela primeira vez. Ricardinho lançou Luizão, que dominou, avançou e chutou cruzado, com perigo.
Aos 13min o Timão chegou com perigo novamente. Edílson cruzou da direita para Luizão, no meio da área. O camisa 9 dominou e chutou longe do gol. Após isso, o time carioca teve algumas chances seguidas de abrir o placar.
A primeira foi com Paulo Miranda, que recebeu de Juninho e mandou um forte chute. A bola foi pela rede do lado de fora. Logo depois, Felipe passou por três defensores corintianos e rolou para Edmundo, que chutou forte. A bola tinha endereço certo, mas Adílson tirou na hora certa.
Apesar do domínio vascaíno, o Timão também chegava com perigo, e aos 37min por muito pouco não abriu o placar em contra-ataque perigoso. Ricardinho recebe no meio campo, a bola escapa, mas sobra para Marcelinho, dentro da área. O pé de anjo chuta mascado, sem muita força, mas obriga Helton a se esticar todo e para dar um tapinha na bola e mandar para escanteio.
Marcelinho quase abriu o placar na decisão
Aos 13min o Timão chegou com perigo novamente. Edílson cruzou da direita para Luizão, no meio da área. O camisa 9 dominou e chutou longe do gol. Após isso, o time carioca teve algumas chances seguidas de abrir o placar.
A primeira foi com Paulo Miranda, que recebeu de Juninho e mandou um forte chute. A bola foi pela rede do lado de fora. Logo depois, Felipe passou por três defensores corintianos e rolou para Edmundo, que chutou forte. A bola tinha endereço certo, mas Adílson tirou na hora certa.
Apesar do domínio vascaíno, o Timão também chegava com perigo, e aos 37min por muito pouco não abriu o placar em contra-ataque perigoso. Ricardinho recebe no meio campo, a bola escapa, mas sobra para Marcelinho, dentro da área. O pé de anjo chuta mascado, sem muita força, mas obriga Helton a se esticar todo e para dar um tapinha na bola e mandar para escanteio.
Marcelinho quase abriu o placar na decisãoO primeiro tempo terminou com a sensação de que o Corinthians poderia mostrar muito mais. Ricardinho, um dos principais jogadores do Timão, que já não havia entrado com 100% de condições de jogo, saiu mancando e teve de sair. Edu entrou no lugar do meio-campista.
Segundo tempo muito movimentado
A segunda etapa começou muito agitada. Lgo aos 5min da segunda etapa, Edílson assustou o torcedor vascaíno. O capetinha recebeu lançamento em profundidade pela direita, e na saída de Helton manda um chutaço, a bola passa perto da trave direita do goleiro.
Edílson vai pra cima da zaga vascaína
Segundo tempo muito movimentado
A segunda etapa começou muito agitada. Lgo aos 5min da segunda etapa, Edílson assustou o torcedor vascaíno. O capetinha recebeu lançamento em profundidade pela direita, e na saída de Helton manda um chutaço, a bola passa perto da trave direita do goleiro.
Edílson vai pra cima da zaga vascaínaUm minuto mais tarde, o Vasco quase fez um golaço com Gilberto. O lateral-esquerdo vascaíno recebeu cruzamento, e de dentro da área pegou um voleio de primeira. A bola passou perto da trave de Dida, que só fez golpe de vista.
O jogo seguiu movimentado e com chances de ambos os lados. A segunda etapa era muito melhor que a primeira. Aos 24min, quase o Marcelinho deixa o jogo ainda mais espetacular com um golaço. Com cruzamentos venenosos como sempre, o ídolo corintiano cobrou um escanteio com muito perigo, e o Helton teve de se esforçar para evitar um gol olímpico. Dois minutos depois, o pé de anjo cobrou outro escanteio com perigo, e por pouco Luizão não fez o gol.
Apesar da ausência de um jogador importantíssimo como o Ricardinho, o Timão melhorou na segunda etapa e teve chances de vencer o jogo. No entanto, os gols não saíram de nenhum lado, e o jogo foi para prorrogação. Quem fizesse o gol, levaria o título.
Prorrogação sem muitas chances
O chamado ‘tempo extra’ não teve grandes chances de nenhum lado. Ambos os times estavam nitidamente desgastados e só esperavam as cobranças de pênaltis. Faltas, cartões amarelos e substituições fizeram os 15 minutos de cada tempo passarem ainda mais rápido.
A grande chance do primeiro tempo da prorrogação foi com Alex Oliveira do Vasco, cobrando uma falta forte, e obrigando o Dida a fazer grande defesa. Nos 15 minutos finais o Vasco foi melhor novamente e teve as duas melhores chances com Romário. A primeira, Adílson tirou na hora que o baixinho ia chutar, a segunda chance foi travada pelo Fábio Luciano de forma salvadora.
Prorrogação: Muita marcação e pouco futebol
O jogo seguiu movimentado e com chances de ambos os lados. A segunda etapa era muito melhor que a primeira. Aos 24min, quase o Marcelinho deixa o jogo ainda mais espetacular com um golaço. Com cruzamentos venenosos como sempre, o ídolo corintiano cobrou um escanteio com muito perigo, e o Helton teve de se esforçar para evitar um gol olímpico. Dois minutos depois, o pé de anjo cobrou outro escanteio com perigo, e por pouco Luizão não fez o gol.
Apesar da ausência de um jogador importantíssimo como o Ricardinho, o Timão melhorou na segunda etapa e teve chances de vencer o jogo. No entanto, os gols não saíram de nenhum lado, e o jogo foi para prorrogação. Quem fizesse o gol, levaria o título.
Prorrogação sem muitas chances
O chamado ‘tempo extra’ não teve grandes chances de nenhum lado. Ambos os times estavam nitidamente desgastados e só esperavam as cobranças de pênaltis. Faltas, cartões amarelos e substituições fizeram os 15 minutos de cada tempo passarem ainda mais rápido.
A grande chance do primeiro tempo da prorrogação foi com Alex Oliveira do Vasco, cobrando uma falta forte, e obrigando o Dida a fazer grande defesa. Nos 15 minutos finais o Vasco foi melhor novamente e teve as duas melhores chances com Romário. A primeira, Adílson tirou na hora que o baixinho ia chutar, a segunda chance foi travada pelo Fábio Luciano de forma salvadora.
Prorrogação: Muita marcação e pouco futebolDecisão nos pênaltis!
Como o gol não saiu, a decisão ficou mesmo para os pênaltis. Rincón, Fernando Baiano, Luizão, Edu e Marcelinho Carioca foram os escolhidos para bater os pênaltis do Corinthians. Do Lado do Vasco, Romário, Alex Oliveira, Gilberto, Viola e Edmundo tinham a responsabilidade de ter que cobrar as penalidades.
Rincón, Romário, Fernando Baiano, Alex Oliveira e Luizão acertaram os cinco primeiros pênaltis e deixou 3 a 2 para o Corinthians. No 6º pênalti, o 3º do time carioca, brilhou a estrela de Dida, que voou no canto direito e pegou o pênalti, fazendo explodir a Fiel no Maraca.
Dida!!! O rei dos pênaltis pega mais um!
Viola bateu o pênalti e empatou parcialmente para o Vasco. O próximo a cobrar era Edu, prata da casa corintiano, que teve a responsabilidade de entrar no lugar de Ricardinho, e que agora ia ter que encarar um desafio ainda maior. O jovem volante foi muito bem, bateu com precisão, rasteiro, no cantinho, e foi um dos que mais comemorou de todos que bateram e fizeram os gols.
Após 8 cobranças o Timão estava vencendo por 4 a 3, e era só fazer o próximo para gritar ‘É Campeão!”. Marcelinho foi para cobrança, bateu forte, porém a meia altura, do jeito que os goleiros gostam. Helton acertou o canto e defendeu.
Edmundo foi cobrar 5º pênalti do Vasco. Se o ‘animal’ – como era e é chamado – fizesse o gol, continuaria a disputa na chamada ‘cobranças alternadas’, se perdesse, o título era nosso. O vascaíno partiu para cobrança, e mandou LONGE do gol.
Jogadores fazem a festa
Como o gol não saiu, a decisão ficou mesmo para os pênaltis. Rincón, Fernando Baiano, Luizão, Edu e Marcelinho Carioca foram os escolhidos para bater os pênaltis do Corinthians. Do Lado do Vasco, Romário, Alex Oliveira, Gilberto, Viola e Edmundo tinham a responsabilidade de ter que cobrar as penalidades.
Rincón, Romário, Fernando Baiano, Alex Oliveira e Luizão acertaram os cinco primeiros pênaltis e deixou 3 a 2 para o Corinthians. No 6º pênalti, o 3º do time carioca, brilhou a estrela de Dida, que voou no canto direito e pegou o pênalti, fazendo explodir a Fiel no Maraca.
Dida!!! O rei dos pênaltis pega mais um!Viola bateu o pênalti e empatou parcialmente para o Vasco. O próximo a cobrar era Edu, prata da casa corintiano, que teve a responsabilidade de entrar no lugar de Ricardinho, e que agora ia ter que encarar um desafio ainda maior. O jovem volante foi muito bem, bateu com precisão, rasteiro, no cantinho, e foi um dos que mais comemorou de todos que bateram e fizeram os gols.
Após 8 cobranças o Timão estava vencendo por 4 a 3, e era só fazer o próximo para gritar ‘É Campeão!”. Marcelinho foi para cobrança, bateu forte, porém a meia altura, do jeito que os goleiros gostam. Helton acertou o canto e defendeu.
Edmundo foi cobrar 5º pênalti do Vasco. Se o ‘animal’ – como era e é chamado – fizesse o gol, continuaria a disputa na chamada ‘cobranças alternadas’, se perdesse, o título era nosso. O vascaíno partiu para cobrança, e mandou LONGE do gol.
Jogadores fazem a festa O MUNDO É NOSSO!
A Fiel espalhada pelo mundo finalmente pôde soltar o grito de: SOMOS CAMPEÕES DO MUNDO! O PRIMEIRO título Mundial da FIFA É NOSSO!

A Fiel espalhada pelo mundo finalmente pôde soltar o grito de: SOMOS CAMPEÕES DO MUNDO! O PRIMEIRO título Mundial da FIFA É NOSSO!

A Taça é NOSSA!
Veja os melhores momentos da decisão:
Transmissão: TV Bandeirantes
Narração: Luciano do Valle
Comentários: Neto, Rivellino e Roberto Dinamite
Pênaltis - Veja todos as cobranças:
Transmissão: TV Bandeirantes
Narração: Luciano do Valle
Comentários: Neto, Rivellino e Roberto Dinamite
Pênaltis - Veja todos as cobranças:
Transmissão: TV Bandeirantes:
Narração: Luciano do Valle
Veja todos os gols da campanha:
Narração: Luciano do Valle
Veja todos os gols da campanha:
Programa: Vídeo gol (antigo programa da Bandeirantes)
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Corinthians 2 x 2 Real Madrid - Mundial Interclubes FIFA 2000
FICHA TÉCNICA
Corinthians 2 x 2 Real Madrid
Data/Hora: 07/01/2000 (Sexta-feira), às 18h45
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Público: 55.000 pagantes
Cartões amarelos: Salgado, Guti, Roberto Carlos, Karembeu (Real Madrid); Fábio Luciano, Rincón e Kléber (Corinthians)
Arbitro: William Mattus (CRC)
Gols: Anelka, aos 18min e Edílson, aos 28min do primeiro tempo; Edílson, aos 19min, e Anelka, aos 26min do segundo tempo.
CORINTHIANS
Dida, Índio, João Carlos, Fábio Luciano, Kléber; Vampeta (Edu), Rincon, Marcelinho, Ricardinho (Marcos Senna); Edilson, Luizão
Técnico: Oswaldo de Oliveira
REAL MADRID
Iker Casillas, Michel Salgado, Fernando Hierro, José Guti (F.Morientes), Roberto Carlos; Fernando Redondo, Cristhian Karembeu, Geremi (S.McManaman); Anelka, Raúl, Sávio
Técnico: Vicente Del Bosque
Dois dias depois de estrear, o Corinthians tinha pela frente o temido time do Real Madrid de Roberto Carlos, Anelka, Raul, Sávio e cia. O palco do jogaço era novamente o Morumbi.
O jogo começou agitado e com equilíbrio. Vampeta fez a Fiel ficar agitada pela primeira vez no jogo. O volante avançou pela direita e chutou cruzado para área, onde havia o Edílson, mas a bola foi travada por Hierro. Na seqüência, outro susto para os madrilenos. Marcelinho toca para Edílson, que chuta, e Casillas espalma.
Apesar da blitz corintiana, quem abriu o placar foi o time espanhol. Numa cobrança de falta da intermediária, Roberto Carlos manda uma bomba, Anelka desvia e a bola entra no canto esquerdo de Dida: 1 a 0 para o Real Madrid.
Dois minutos depois, o arbitro árbitro não deixou o Timão empatar. Em jogada área, a bola bate no calcanhar de João Carlos e entra, mas o juiz anula o gol alegando falta inexistente no goleiro do Real.
Porém, aos 28 minutos veio o empate para lavar a alma da Fiel. Luizão recebeu na área, dominou e rolou para Edílson, que chutou com força, rasteiro, pro fundo do gol. Tudo igual no Morumbi!
Ao lado de Ricardinho, Edílson comemora o gol de empate
Transmissão: TV Bandeirantes
Narração: Luciano do Valle
Comentários: Neto e Rivellino
Créditos: Comunidade CORINTHIANS - O PODEROSO TIMÃO.
Corinthians 2 x 2 Real Madrid
Data/Hora: 07/01/2000 (Sexta-feira), às 18h45
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Público: 55.000 pagantes
Cartões amarelos: Salgado, Guti, Roberto Carlos, Karembeu (Real Madrid); Fábio Luciano, Rincón e Kléber (Corinthians)
Arbitro: William Mattus (CRC)
Gols: Anelka, aos 18min e Edílson, aos 28min do primeiro tempo; Edílson, aos 19min, e Anelka, aos 26min do segundo tempo.
CORINTHIANS
Dida, Índio, João Carlos, Fábio Luciano, Kléber; Vampeta (Edu), Rincon, Marcelinho, Ricardinho (Marcos Senna); Edilson, Luizão
Técnico: Oswaldo de Oliveira
REAL MADRID
Iker Casillas, Michel Salgado, Fernando Hierro, José Guti (F.Morientes), Roberto Carlos; Fernando Redondo, Cristhian Karembeu, Geremi (S.McManaman); Anelka, Raúl, Sávio
Técnico: Vicente Del Bosque
Dois dias depois de estrear, o Corinthians tinha pela frente o temido time do Real Madrid de Roberto Carlos, Anelka, Raul, Sávio e cia. O palco do jogaço era novamente o Morumbi.
O jogo começou agitado e com equilíbrio. Vampeta fez a Fiel ficar agitada pela primeira vez no jogo. O volante avançou pela direita e chutou cruzado para área, onde havia o Edílson, mas a bola foi travada por Hierro. Na seqüência, outro susto para os madrilenos. Marcelinho toca para Edílson, que chuta, e Casillas espalma.
Apesar da blitz corintiana, quem abriu o placar foi o time espanhol. Numa cobrança de falta da intermediária, Roberto Carlos manda uma bomba, Anelka desvia e a bola entra no canto esquerdo de Dida: 1 a 0 para o Real Madrid.
Dois minutos depois, o arbitro árbitro não deixou o Timão empatar. Em jogada área, a bola bate no calcanhar de João Carlos e entra, mas o juiz anula o gol alegando falta inexistente no goleiro do Real.
Porém, aos 28 minutos veio o empate para lavar a alma da Fiel. Luizão recebeu na área, dominou e rolou para Edílson, que chutou com força, rasteiro, pro fundo do gol. Tudo igual no Morumbi!
Ao lado de Ricardinho, Edílson comemora o gol de empateNo final do primeiro tempo, por pouco não veio a virada em jogada rápida do ataque corintiano. Kleber tabelou com Ricardinho, na seqüência, Luizão recebeu de Edílson na entrada da área. O matador preferiu cruzar para Marcelinho, que cabeceou com perigo, mas por cima do gol de Casillas.
Logo no início da segunda etapa, um susto para a Fiel. Meio-campo corintiano bobeia e dá de graça para Raúl. O espanhol lança Anelka, que avança com velocidade, mas erra o chute e perde a grande chance de fazer o segundo.
Aos 8 minutos, um gol mais perdido ainda, mas desta vez do lado corintiano. Ricardinho toca para Luizão, que faz o pivô e rola novamente para Ricardinho. O meia dá um passe perfeito para Edílson, que livre de marcação, tenta bater colocado, e passa muito perto do gol.
Ricardinho se livra da marcação dos espanhóis
Logo no início da segunda etapa, um susto para a Fiel. Meio-campo corintiano bobeia e dá de graça para Raúl. O espanhol lança Anelka, que avança com velocidade, mas erra o chute e perde a grande chance de fazer o segundo.
Aos 8 minutos, um gol mais perdido ainda, mas desta vez do lado corintiano. Ricardinho toca para Luizão, que faz o pivô e rola novamente para Ricardinho. O meia dá um passe perfeito para Edílson, que livre de marcação, tenta bater colocado, e passa muito perto do gol.
Ricardinho se livra da marcação dos espanhóisLogo depois, dois lances perigosos do Real. Primeiro com Anelka, que limpa o sistema defensivo do Timão, e bate no canto esquerdo do Dida, que só acompanha a bola sair. No segundo lance, mais perigoso ainda, Raúl dá uma passe açucarado para Hierro, que na entrada da área chuta muito perto do gol, passando a esquerda do já batido Dida.
Apesar da pressão espanhola, foi o Timão que fez o segundo gol, o da virada. Ricardinho lança Edílson na direita do campo de defesa do Real. O capetinha dá debaixo das pernas de Karembeu, que fica só olhando. E já na área, manda uma bomba, sem chances para Casillas. Virada Alvi-negra com GOL DE PLACA.
Três minutos depois, o Dida começou a fazer seus milagres. Em mais um vacilo da zaga corintiana, Sávio fica com a bola e chuta na entrada da área. Dida espalma de forma incrível.
Mas a muralha do Timão não conseguiu evitar o gol de empate aos 26 min. A zaga corintiana vacila novamente e Anelka recebe livre, dribla o Dida e só rola para fazer o gol de empate do Real.
O momento mais agonizante do jogo para a Fiel estaria por vir. Já no final do jogo, Fábio Luciano faz pênalti em Sávio. Na cobrança, Anelka chuta forte, mas Dida, o REI DOS PÊNALTIS, pega mais um e salva o Timão. Com o empate o Corinthians seguiu com os mesmos 4 pontos do Real Madrid.
Apesar da pressão espanhola, foi o Timão que fez o segundo gol, o da virada. Ricardinho lança Edílson na direita do campo de defesa do Real. O capetinha dá debaixo das pernas de Karembeu, que fica só olhando. E já na área, manda uma bomba, sem chances para Casillas. Virada Alvi-negra com GOL DE PLACA.
Três minutos depois, o Dida começou a fazer seus milagres. Em mais um vacilo da zaga corintiana, Sávio fica com a bola e chuta na entrada da área. Dida espalma de forma incrível.
Mas a muralha do Timão não conseguiu evitar o gol de empate aos 26 min. A zaga corintiana vacila novamente e Anelka recebe livre, dribla o Dida e só rola para fazer o gol de empate do Real.
O momento mais agonizante do jogo para a Fiel estaria por vir. Já no final do jogo, Fábio Luciano faz pênalti em Sávio. Na cobrança, Anelka chuta forte, mas Dida, o REI DOS PÊNALTIS, pega mais um e salva o Timão. Com o empate o Corinthians seguiu com os mesmos 4 pontos do Real Madrid.
Confira os melhores momentos desse jogaço:
Transmissão: TV Bandeirantes
Narração: Luciano do Valle
Comentários: Neto e Rivellino
Créditos: Comunidade CORINTHIANS - O PODEROSO TIMÃO.
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Corinthians 11x0 Santos

Você pode não acreditar, você pode achar brincadeira ou apenas deve estar rindo muito em sua luxuosa cadeira na frente do Monitor, mas sim, o título não está errado nem nada! O Corinthians "enfiou" 11x0 no Santos, Santos mesmo, aquele time que depois de um tal jogador passar em sua história mudou seu nome para Pelé FC.
(Na Imagem: Neco um dos líderes daquele time)
Este jogo também marca a maior diferença em saldo gols de um único jogo do Poderoso Corinthians e também é registrado como a maior derrota do Santos de todos os tempos!
Neste jogo temos registros de 4 expulsões, de chutes de penalidade contra a própria meta, em protesto a arbitragem, etc.
O interessante que o jogo foi forçado a acabar aos 21 minutos do segundo tempo, imaginem se tivesse ido até os 45!!!
O Corinthians era composto por:
Sebastião, Fúlvio, Casimiro II, Police, Bianco, César, Américo, Peres, Amílcar, Aparício e Neco.
Corinthians 11 a 0 Santos, 11 de julho de 1920 pelo Campeonato Paulista.
O torcedor santista se vangloria, por achar que tem a história mais rica entre os times, por ter revelado Pelé (que deve estar com os testículos doendo, tamanha homossexualidade e, falta de dependência por parte dos torcedores do peixe), então vamos mostrar que, como depois de Pelé eles apanharam muito, antes eles também apanharam também. Já há comunidades de médio porte no Orkut se referindo a essa goleada, aos Corinthianos (além de rirem bastate) resta divulgar apenas tamanha mediocridade deste time.
No demais irmãos meus, até a próxima!
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